Após enfrentar uma depressão em 2008, o ex-nadador repensou hábitos como o consumo de álcool e conteúdo adulto. “Foi um dos mais difíceis de largar”, contou à GQ Brasil.
Ele percebeu que o vício afetava sua vida amorosa e desconectava o prazer da conexão real. Hoje, trocou o impulso por autoconhecimento: “Pergunto a mim mesmo: pra quê? O que estou sentindo?”.
📌 Em 2018, a OMS passou a classificar o vício em pornografia como um transtorno de saúde mental.












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